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TRIBUNA DO NORTE
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FONTE - G1 RN
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) comunica o
falecimento, nesta quarta-feira (08/09/2021), do ministro aposentado José
Augusto Delgado aos 83 anos.
“Perdemos mais um grande nome que abrilhantou o
Superior Tribunal de Justiça. Perde a magistratura brasileira uma figura humana
exemplar e um notável e culto magistrado! Delgado dignificou o tribunal da
cidadania! Que Deus, em sua infinita misericórdia, console a família e os
amigos de José Augusto Delgado”, ressaltou o presidente do STJ, ministro
Humberto Martins, em nome da corte.
O ministro José Delgado foi empossado no STJ em 15
de dezembro de 1995. Nascido em São José de Campestre (RN), em 7 de junho de
1938, formou-se pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e possui
especialização em Direito Civil e Comercial pela mesma instituição. Foi juiz de
Direito no Rio Grande do Norte, juiz eleitoral e juiz federal substituto do Rio
Grande do Norte (cargo transformado em juiz federal)
No STJ,
foi membro da Primeira Turma e da Primeira Seção, as quais chegou a presidir no
biênio 2000 – 2002 e no biênio 2001 – 2003, respectivamente. Também foi membro
da Corte Especial, presidente da Comissão de Regimento Interno do STJ e
integrou a Comissão Temporária para Acompanhamento da Reforma do Poder Judiciário.
Foi diretor do Gabinete da Revista do STJ e vice-diretor da Escola Nacional de
Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
O ministro também ocupou o cargo de corregedor-geral do Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) no biênio 2006-2008. No magistério, foi professor colaborador
da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, professor de Direito da
Universidade Católica de Pernambuco e professor de pós-graduação do Centro
Universitário de Brasília (UniCEUB). Publicou artigos doutrinários em diversos
livros e revistas especializadas.
José Delgado aposentou-se do cargo no STJ em junho de 2008. Ele deixa esposa,
Maria José Costa Delgado e três filhos.
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THAISAGALVAO.COM.BR
Natural de João Câmara, Antônio Câmara se formou em Direito pela UFRN e,
logo após sua formatura, disputou e venceu a primeira eleição para deputado
estadual, em 1966. Membro do MDB, partido de oposição ao regime militar, ele
cumpriu quatro mandatos consecutivos no Legislativo potiguar, até ser eleito
deputado federal, em 1982.
Em 25 de abril de 1984 votou a favor da emenda Dante de Oliveira, que
previa o restabelecimento de eleições diretas para presidente da República já
em novembro daquele ano. Derrotada a proposição, Antônio Câmara apoiou o
candidato oposicionista, Tancredo Neves, na reunião do Colégio Eleitoral de 15 de
janeiro de 1985. No pleito de novembro de 1986, foi eleito deputado federal
constituinte pela legenda do PMDB, iniciando o mandato em 1º de fevereiro do
ano seguinte. Presidiu o diretório estadual do partido no biênio 1987-1988.
Como deputado federal, votou contra o rompimento de relações
diplomáticas com países que praticassem políticas de discriminação racial, a
pena de morte, a limitação do direito de propriedade, a jornada semanal de 40
horas, a pluralidade sindical, a estatização do sistema financeiro. Em contrapartida,
apoiou a proteção do emprego contra demissão sem justa causa, o turno
ininterrupto de seis horas, o aviso prévio proporcional, a soberania popular, o
voto aos 16 anos, o presidencialismo, a nacionalização do subsolo, o limite de
12% ao ano para os juros reais, a proibição do comércio de sangue, a desapropriação
da propriedade produtiva. Com a promulgação da nova Carta Constitucional, em 5
de outubro de 1988, integrou-se aos trabalhos legislativos ordinários, deixando
a Câmara em fevereiro de 1991, sem disputar reeleição.
Além de sua atuação no Parlamento, ele foi conselheiro do Tribunal de
Contas do Rio Grande do Norte, onde presidiu a Primeira Câmara, em 1994; a
Segunda Câmara, em 1995; e o próprio tribunal, em 1997-1998. Em 1999, foi
indicado conselheiro corregedor, com mandato previsto até o ano 2000. Também
ocupou o cargo de diretor do Departamento de Cooperativismo e Organização Rural
(DCOR) e foi Promotor Adjunto no estado.
O ex-deputado deixa quatro filhos. Ainda não há a confirmação sobre local
e horário de velório e sepultamento.
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Um dos maiores ícones da história do rádio potiguar, José Jorge começou
no rádio em 1972, trabalhando na Rádio Cabugi (hoje Jovem Pan News Natal),
trabalhou também na Rádio Poti, Rádio Trairy, Rádio Progresso de Juazeiro do
Norte.
O profissional seguia na ativa mesmo após perder a visão, em decorrência
de um glaucoma. A forma com que conseguia seguir nas transmissões, mesmo sem
enxergar os jogos, fez o radialista ser famoso em todo o país.
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A
viúva do ex-governador Cortez Pereira era a caçula de quatro filhos do casal
Odete e o médico Antônio Ozorio Ramalho (Hélion, Amanda, Alda)